O número reduzido de fiscais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Três Lagoas tem facilitado a permanência de vendedores ambulantes irregulares que atuam principalmente na área central da cidade, distante 330 quilômetros de Campo Grande. Eles vendem desde frutas a roupas, tênis e produtos eletrônicos falsificados adquiridos, geralmente, no Paraguai, Bolívia e São Paulo.
De acordo com o fiscal de posturas, Claudio Marciano, atualmente, a Secretaria conta com apenas três integrantes que devem atuar em todo o município. Ele reconheceu que não é possível manter uma fiscalização efetiva para o combate da comercialização ilegal feita pelos ambulantes. “Por mês, realizamos uma média de 10 apreensões de produtos vendidos por essas pessoas, mas o número poderia ser bem maior se o nosso quadro de profissionais fosse mais completo”, disse.
A reportagem, de Gisele Mendes, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.