Em meio a crise nas contas do município, com o valor da folha de pagamento em crescimento constante - está em R$ 113 milhões por mês, e pode chegar a R$ 130 milhões - a Prefeitura de Campo Grande não garantiu novo reajuste dos professores, determinado por lei federal. A classe pressiona, mas a informação oficial é de que o aumento de 8,46% só será efetivado caso o Programa de Parcelamento Incentivado (PPI) tenha sucesso, ou então, se houver um amplo corte no número de servidores.
Se não conseguir honrar o aumento, a prefeitura corre o risco de enfrentar uma mobilização em massa dos professores da rede municipal.
O reajuste, aprovado em legislação municipal de 2013, promete integralizar o Piso Nacional no dia 1º de outubro deste ano, quando os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) devem ganhar R$ 1.697,37 por 20 horas de trabalho semanal.
A reportagem, de Vinícius Squinelo, está na edição desta quinta-feira (018) do jornal Correio do Estado.