Com os quatro polos empresariais lotados e 125 empreendimentos represados que aguardam instalação na Capital, a Prefeitura de Campo Grande ainda tem fila de espera de 30 empresas à procura de áreas na cidade. Somente os investimentos das indústrias já aprovadas seriam de R$ 741,2 milhões. Os dados são da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia e do Agronegócio (Sedesc), que deve iniciar 2015 sem perspectiva de local para instalação de novos empreendimentos.
No dia 17, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (Codecon) terá reunião para analisar 12 cartas consultas, referentes ao Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande (Prodes), mas de acordo com o titular da Sedesc, Natal Baglioni, são somente de projetos que estão entrando em análise porque houve desistência de empresas anteriores, possibilitando a adaptação de áreas remanescentes.
Para a instalação de novos empreendimentos, os cenários possíveis são: ocorrer uma desistência das empresas com carta consulta já aprovada na secretaria; aguardar pela criação de um novo distrito industrial, alternativa que, por enquanto, segue em fase de projeto pela prefeitura; ou mesmo, a abertura de áreas próprias pela iniciativa privada.
Caso não apareçam novas áreas, o titular da Sedesc adiantou que a prioridade da pasta, para 2015, será dar celeridade aos processos de empresas em instalação.
A reportagem, de Daniella Arruda, está na edição deste domingo do jornal Correio do Estado.
