Se depender do interesse das administrações públicas que passaram por Campo Grande nos últimos três anos, o relógio de flores localizado no cruzamento da Avenida Duque de Caxias com a Lúdio Martins Coelho, no Bairro Santo Antônio, dificilmente voltará a funcionar. Ontem, o engenheiro Arnaldo Wahl, proprietário da empresa que faz relógios de flores por todo o Brasil, e que leva seu sobrenome, disse que nos últimos três anos, nunca foi procurado pela prefeitura da Capital para reativar as máquina, que está com os ponteiros quebrados, e já não tem mais flores.
O prejuízo aos cofres públicos foi de pelo menos R$ 52 mil: R$ 44,6 mil na contratação de empresa de paisagismo, para plantar as flores e pelo menos R$ 7,5 mil na compra do equipamento.
Em setembro último, a prefeitura de Campo Grande, informou que tinha um projeto para reativar o relógio da Avenida Duque de Caxias e ontem, questionada novamente, não se posicionou. A julgar pelo fabricante, Arnaldo Wahl, este projeto ainda nem saiu do papel.
A reportagem, de Eduardo Miranda, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
