A sequência de denúncias de empreiteiras tapando buracos que não existiam, em Campo Grande, levou a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha) a fazer algo que sempre foi sua obrigação, mas que não era realizado: colocar servidores para acompanhar o trabalho das empreiteiras, para evitar que elas cobrem por um serviço que não era necessário fazer.
Os “caça-fantasmas” da Seinthra agora acompanham as equipes das nove empreiteiras que atuam na operação tapa-buraco nos 2,8 mil quilômetros de vias asfaltadas de Campo Grande. Ontem, o Correio do Estado flagrou uma equipe de uma empreiteira (não caracterizada, porém, na área de atuação da Pavitec), na Avenida Bandeirantes, em Campo Grande.
Ao lado do grupo de seis operários, que inclui o motorista do caminhão, havia um servidor do município, devidamente caracterizado e com uma prancheta na mão, para fiscalizar a quantidade de CBUQ (abreviatura para massa asfáltica) aplicada nos buracos.
A reportagem, de Eduardo Miranda, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.