Em todo o Mato Grosso do Sul, apenas 68 recém-nascidos podem ter problemas de saúde ao mesmo tempo. O limite é imposto pelo baixo número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal existentes no Estado. Só Dourados e Campo Grande possuem o serviço; na Capital, inclusive, o número de leitos foi ampliado e, agora, são 58 operando.
O deficit de leitos e profissionais especializados para atuar no setor da neonatologia são problemas antigos enfrentados por gestores de saúde. Em Campo Grande, o Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian é referência e, a partir da semana que vem, será o hospital com o maior número de leitos. Atualmente, são 12 leitos disponíveis no espaço do HU, no entanto, com a reforma e a ampliação, que demoraram quase 10 meses para serem concluídas, o número saltou para 30 leitos.
A reportagem, de Alyni Mary Dias, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.