Em andamento na Câmara Municipal de Campo Grande, a CPI da Crise, instaurada para apurar a situação financeira da cidade, deve ser a mais dispendiosa entre as três investigações realizadas pelos parlamentares nesta legislatura. Segundo a Secretaria-geral da Casa, o gasto médio das comissões do Calote, da Saúde e da Homex, foi de R$ 25 mil, mas o relator da CPI da Crise, vereador Airton Saraiva (DEM), admite que a diligência atual demandará mais recursos.
“Não há como fugir da contratação de técnicos porque o volume de trabalho é grande e exigirá conhecimentos específicos. É matemática pura. Vamos analisar contratos, empenhos e aditivos de mais de quatro anos da administração pública. E, possivelmente, esta deve ser uma CPI mais longa”, justifica o relator.
A reportagem, de Zana Zaidan e Jéssica Benitez, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.