Embora a lei tenha fixado agosto de 2014, nove meses atrás, como prazo limite para que as prefeituras substituíssem lixões por aterros sanitários em todo o Brasil, em Campo Grande a norma ainda deve enfrentar outros contratempos para, depois, sem uma data definida, ser efetivada.
Programado para não existir mais no fim de 2012, o lixão da cidade, ativo na região do Bairro Dom Antônio Barbosa, há três décadas, opera por meio de recurso judicial e ainda é explorado por cerca de 430 catadores de recicláveis.
O assunto em questão, além do transtorno ambiental, virou caso de Justiça.
Hoje, oito pessoas, entre as quais empresários, ex-secretários e o ex-prefeito da cidade, destacam-se como réus em processo despontado por meio de ação judicial movida pelo Ministério Público Federal.
A reportagem está na edição deste domingo do jornal Correio do Estado.