Documentos indicam: Renato Duque e Jorge Zelada, ex-diretores da Petrobrás envolvidos na Operação Lava Jato, tinham contas bancárias em Mônaco.
O controle era feito através de empresas criadas no Panamá. Aos suspeitarem de que o dinheiro era oriundo de desvios da estatal, autoridades de Mônaco bloquearam o equivalente a R$ 108,2 milhões de ambos envolvidos.