Os professores saíram da reunião com representantes da prefeitura, nesta tarde, com a garantia de que irão receber reajuste de 13%, necessário para integralizar com o piso nacional, motivo da paralisação da categoria que começou nesta segunda-feira (25). O prefeito Gilmar Olarte não esteve presente na reunião e foi criticado. "Nunca vi um prefeito não conversar com os servidores", disparou o presidente do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), professor Geraldo Gonçalves.
Ainda conforme o sindicalista, a prefeitura, porém, não apresentou detalhes da proposta. Só foi repassado que seria pago os 13% diluído em parcelas, sem informar datas. A categoria quer que a integralização do piso ocorra até o fim deste ano.
A assembleia-geral dos professores, que estava marcada para esta tarde, foi adiada para às 19h, para dar tempo da prefeitura oficializar a proposta com os detalhes de como fará pagamento do reajuste.
GREVE
A estimativa do sindicato é de que mais de 50% das escolas municipais não funcionaram neste primeiro dia de greve. "Normalmente o balanço é feito no segundo dia de paralisação", explicou a assessoria da ACP.