Uma árvore que oferecia risco de queda deste o mês de março deste ano não suportou a força do vento e caiu sobre um carro, na manhã desta segunda-feira (13), na Rua João Akamine com a Euclides da Cunha. O problema é que há quatro meses os moradores da residência já haviam protocolado um pedido de remoção na Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), solicitação que foi ignorada.
A árvore que partiu ao meio, interditou a rua nesta manhã e os carros estão passando pela calçada. O carro atingido só não ficou totalmente destruído pela árvore porque estava estacionado no lado contrário da rua, mas mesmo assim teve arranhões. No local, outras duas árvores também oferecem risco de queda.
A moradora da casa em frente de onde a árvore estava, Ruth Gonçalves da Silva, 44 anos, contou ao Portal Correio do Estado que servidores foram até o local e fizeram a vistoria, em março, mas nunca mais voltaram.
"Na verdade são três árvores. Nós fizemos o pedido em março, eles vieram aqui para a vistoria, responderam por meio de uma carta que nós teríamos que comprar três árvores Oiti, de 1 metro e 80 centímetros, mas não voltaram para remover as árvores. Eles chegaram a dizer, que como a vistoria já havia sido feita, nós poderíamos tirar por conta, mas minha mãe não tem condições de pagar R$ 400 para cortar a árvore", diz Ruth.
O Portal Correio do Estado entrou em contato com a prefeitura, que informou que em casos de quedas de árvores e galhos devido a ventanias, o solicitante precisa acionar o Gerenciamento de Solicitações (Gesol) pela Internet ou pelo Teleatendimento: 3314-3676/3675/1110/1116.
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