Cidades

reforma agrária

Sem assentamentos, barracos em acampamentos são até alugados

Na tentativa de garantir lote, famílias alugam casebres à beira da estrada

Redação

17/07/2015 - 07h14

Abandonada pelo governo federal, a reforma agrária em Mato Grosso do Sul não avança e ainda é celeiro de atividades irregulares, como a cobrança de aluguel por barracos em acampamentos. Sem abertura de novos assentamentos, o sonho de ter uma terra virou negócio lucrativo, e no Acampamento União da Vitória, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetagri), em Sidrolândia, a reportagem encontrou duas irmãs que pagam R$ 400 para morar num casebre à beira da estrada.

A presidente Dilma Rousseff (PT) foi a governante que menos desapropriou áreas para assentamentos nos últimos 20 anos. Em seus cinco anos de mandato, foram aproximadamente 3 milhões de hectares destinados à reforma agrária, com isso, mais de 107 mil famílias foram assentadas. Os números são bem menores em comparação aos seus antecessores, Fernando Henrique Cardoso, que assentou 540 mil famílias entre os anos de 1995 e 2002, e o também petista Luiz Inácio Lula da Silva, que atendeu 614 mil famílias durante seus dois mandatos, de 2003 a 2010.

No cadastro do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), há aproximadamente 29 mil pessoas esperando por terra em Mato Grosso do Sul. Ao todo, há 47 acampamentos de sem-terra no Estado. O maior é em Japorã, com 1,6 mil famílias.

*A reportagem, de Anny Malagolini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

JUDICIÁRIO

Fábio Possik Salamene toma posse como desembargador do TJMS

Promovido por merecimento, magistrado tem 27 anos de carreira e assume a vaga deixada pela aposentadoria de Lúcio Raimundo da Silveira

05/11/2026 17h18

Fábio Possik Salamene tomou posse administrativa como desembargador do TJMS nesta quinta-feira (5)

Fábio Possik Salamene tomou posse administrativa como desembargador do TJMS nesta quinta-feira (5) Divulgação/TJMS

Continue Lendo...

Saúde Sob Auditoria

Prefeitura tem 15 dias para explicar R$ 71 milhões da saúde em Campo Grande

Auditoria federal aponta inconsistências e possível devolução de recursos; Câmara cobra documentos e plano para corrigir falhas.

05/11/2026 17h06

use a fachada da Sesau na capa e mantenha a foto de Papy com Dr. Victor Rocha no meio da reportagem, próximo ao trecho sobre o ofício enviado à Prefeitura.

use a fachada da Sesau na capa e mantenha a foto de Papy com Dr. Victor Rocha no meio da reportagem, próximo ao trecho sobre o ofício enviado à Prefeitura. Foto: Arquivo Correio do Estado.

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).