Governo do Equador também tomou medidas contra irregularidades da empresa Odebrecht. Com superfaturamento de obras em até 48% e a adoção de aditivos em contratos, autoridades daquele país resolveram expulsar a construtora em 2009.
O assunto foi discutido por uma comissão do governo e pela Controladoria-Geral do Estado e ocasionou no cancelamento dos contratos.
O superfaturamento foi detectado na segunda fase do projeto de irrigação Carrizal-Chone, no distrito de Manabí, com valor de US$ 22 milhões a mais que o custo apresentado pela Odebrecht em licitação.