Os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) decidiram, em assembleia nesta sexta-feira, que continuam em greve e que vão tentar negociar uma flexibilização maior para que a prefeitura pague o reajuste de 13,01% que irá integralizar o salário ao piso nacional. A greve da categoria completou dois meses nesta sexta.
Conforme o presidente do Sindicato Campo-Grandense de Professores (ACP), Geraldo Gonçalves, durante reunião realizada hoje pela manhã, a Prefeitura apresentou um indicativo com as medidas que poderiam ser adotadas para cumprir a lei do piso salarial, mas não há como falar em proposta porque nada foi formalizado.
Uma alternativa apresentada pelo Executivo Municipal foi o aumento de 8% do salário de cada professor no valor do cartão alimentação da categoria por 90 dias, prazo necessário para tentar alcançar o limite prudencial e negociar o reajuste de 13,01%, mas a alternativa foi rejeitada pela categoria.
O presidente da ACP, Geraldo Gonçalves, irá se reunir com os representantes da prefeitura para dar continuidade às negociações.