Segundo informações da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), balas usadas na maior chacina de São Paulo foram compradas pela Polícia Militar, Polícia Federal e Exército Brasileiro.
Para os integrantes da força-tarefa que investigam o caso, a principal hipótese é de que as munições tenham sido desviadas ou roubadas.
O crime aconteceu no dia 13 de agosto em pelo menos dez locais diferentes, em Osasco e Barueri. Os ataques deixaram 19 mortos e cinco feridos.