O comerciante Ramão Pereira Gonçalves, de 69 anos, foi executado em possível acerto de contas e não latrocínio – roubo seguido de morte, conforme havia sido noticiado inicialmente. O delegado responsável pelas investigações Amilcar Eduardo Romero, trabalha com três linhas de investigação e tem suspeitos de autoria do crime, que ocorreu na noite de terça-feira (8), no bar que a vítima era dona, na Rua Zeferino Correa da Silva, em Maracaju.
De acordo com a autoridade policial, a suspeita de execução se deve à dinâmica como o crime ocorreu. “Testemunhas viram os pistoleiros chegando em uma moto. O garupa desceu e, sem dizer nada, executou o comerciante a tiros”, disse Amilcar.
Ramão foi atingido com três tiros, no tórax e um dos braços, cuja arma utilizada, suspeita-se que seja revólver calibre 38.
A moto que os bandidos usaram seria uma CG 125.
O delegado disse, ainda, que trabalha com três linhas de investigação, mas, para não comprometer o esclarecimento do caso, não revelou quais são. “Não posso dizer para não atrapalhar nosso trabalho. Tenho dois suspeitos, mas estamos empenhados em buscar provas contra eles”, pontuou.