Durante manhã movimentada na sede do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em razão do depoimento do ex-governador André Puccinelli (PMDB), advogados de três vereadores e um ex-vereador protocolaram documento que autoriza quebra do sigilo fiscal e bancário dos legisladores.
Os advogados de Carlão (PSB), Chocolate (PP), Wanderlei Cabeludo (PMDB) e do ex-vereador Alceu Bueno (ex-PSL) chegaram na sede do Gaeco por volta das 11h30.
Eles entregaram documento que segundo os próprios defensores autoriza a quebra de sigilo fiscal e bancário “por livre e espontânea vontade dos vereadores”.
APURAÇÃO
As oitivas que acontecem há dias no Gaeco fazem parte dos desdobramentos da Operação Coffee Break, em consequência da Lama Asfáltica, investigam compra de votos de vereadores para cassação do prefeito Alcides Bernal (PP), em março do ano passado.
Nesta sexta-feira, além de André Puccinelli, está previsto depoimento do ex-vereador de Campo Grande nas legislaturas de 1997-2001 até 2001-2005 Cristóvão Silveira (PSDB). O depoimento dele está marcado para as 14 horas desta sexta-feira.