Cidades

MERCADO IMOBILIÁRIO

Valorização de imóveis eleva custo do m² em 212% na Capital

Nos locais mais em alta, o valor do metro quadrado varia de R$ 1.100 a R$ 2.500, segundo a CVI

Redação

14/09/2015 - 00h00

Localização privilegiada e o desejo de ter mais segurança morando em um condomínio fechado. A combinação é a responsável por compor os preços dos dois locais com o metro quadrado mais caro de Campo Grande: Bairro Royal Park (que compreende os imóveis na área entre o Shopping Campo Grande e o Parque das Nações Indígenas) e condomínio Altos da Afonso Pena. Para morar em um desses, é preciso desembolsar R$ 2.500 e  R$ 1.100, respectivamente, pelo m², segundo levantamento da Câmara de Valores Imobiliários (CVI). A valorização apenas nestes casos foi de 212% nos imóveis desde 2009. Já nos condomínios, a alta pode beirar 340%.

Em seguida, entre as principais regiões com o metro quadrado mais caro para morar na Capital estão as casas dos bairros Itanhangá Park, com o custo de  R$ 1.000 (m²), e Santa Fé, por R$ 800 (m²). Em relação aos valores para imóveis comerciais, o preço do metro quadrado no Centro da cidade ganha disparado. Na Rua 14 de Julho, entre a Avenida Afonso Pena e a Rua Barão do Rio Branco, o m² vale R$ 6 mil. Próximo ao local, na Rua Dom Aquino, entre a Calógeras e a 14 de Julho, o valor é de R$ 5.500 (m²). 

“O centro da cidade sempre acaba sendo o lugar mais valorizado em qualquer cidade. Por mais caro que seja o valor pedido, tem procura, você vende. A 14 de Julho, por exemplo, é um local com muito movimento, interessante para o comércio. Sempre vai haver valorização, mesmo que em ritmo menor”, explica o presidente da CVI, Ronaldo Ghedine Ribeiro. 

A reportagem de Paula Vitorino está na edição de hoje do Correio do Estado.

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use a fachada da Sesau na capa e mantenha a foto de Papy com Dr. Victor Rocha no meio da reportagem, próximo ao trecho sobre o ofício enviado à Prefeitura. Foto: Arquivo Correio do Estado.

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