Quatro sub-bacias fluviais de Mato Grosso do Sul sofrem com problemas graves de assoreamento: dos rios Taquari, Miranda, Aquidauana e Apa, todos pertencentes à macro-bacia do Alto Paraguai.
Nessa área, ao menos sete rios estão assoreando ou já estão assoreados há anos. Entre eles, o mais grave é o Taquari, mas seus afluentes: Figueirão, Coxim, Mandioca e Pontinha do Coxo, além dos rios Miranda e Aquidauana também passam pela mesma situação.
Um dos afluentes do Rio Taquari que está começando a assorear é o Rio Coxim. Este é um rio de transporte e muita areia está chegando nele. O Ribeirão Mandioca em Camapuã, afluente Coxim e o Ribeirão Pontinha do Coxo (entre Camapuã e Figueirão), também afluentes do Coxim, estão sofrendo com o problema do assoreamento.
“Com o passar dos anos, a tendência é os rios irem se assoreando”, explicou Reginaldo Gomes Yamaciro, analista ambiental do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Mato Grosso do Sul.
O assoreamento afeta diretamente a economia para quem tem a pesca como meio de sobrevivência. Segundo Reginaldo Yamaciro, a areia que vai acumulando nos rios diminui a produção pesqueira.
*Leia a reportagem completa de Valquíria Oriqui na edição de domingo (20) do jornal Correio do Estado.