A perspectiva de aumento no número de leitos nas unidades de terapia intensiva neonatais (UTIN), até o fim deste ano, não deixa de colocar em risco a vida dos recém-nascidos de Mato Grosso do Sul.
Apesar dos hospitais de Campo Grande abrigarem um número considerável para atender a população, que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chega a 786.797 habitantes, a escassez de leitos no interior do Estado sobrecarrega a Capital. Este tipo de serviço hospitalar é voltado para o atendimento de recém-nascido em estado grave ou com risco de morte.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), atualmente, são 78 leitos de UTIs neonatais em todo Mato Grosso do Sul. Destes, 87% (68) ficam na Capital.
*A reportagem, de Tainá Jara, está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.