Em dois meses e meio, a prefeitura de Campo Grande deve conseguir tampar 37,5 mil buracos num período de 75 dias, ou, dois meses e meio. A prefeitura tem em caixa R$ 1,5 milhão disponíveis para o serviço, valor que dará ao Executivo autonomia para restaurar pouco mais de cinco quilômetros de vias.
Tais números foram contabilizados depois que o Correio do Estado consultou profissionais da engenharia civil, especialistas em pavimentação, restauração e manutenção de vias urbanas, a fim de mensurar o impacto da força-tarefa de tapa buracos, no cotidiano da cidade. No entanto, depois de alguns cálculos, os resultados mostraram-se desanimadores.
A recém iniciada operação para tapar buracos na Capital deverá durar pouco e deixar ainda muitas crateras abertas, especialmente nos bairros da periferia, uma vez que a prioridade da administração municipal é a região central de Campo Grande.
(*) A reportagem, de Lucas Junot, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.