Pelo menos 50% da verba a ser investida nas áreas de média e alta complexidade só serão repassadas a hospitais no início do próximo ano.
Os recursos englobam ações de atendimento em pronto-socorro e realização de cirurgias e exames. Segundo novo ministro da Saúde, Marcelo Castro, a pasta terá um déficit de ao menos R$ 7,5 bilhões em 2016.