Agentes penitenciários encontraram no pavilhão 1 do presídio da Máxima, em Campo Grande, 18 "tijolos" de maconha, três celulares e dois carregadores. Os objetos, segundo os servidores, devem ter sido jogados pela muralha e tinha destino certo para alguns dos presos daquele setor.
Os ilícitos foram encontrados durante vistoria rotineira. A identificação do caso foi na terça-feira (17), mas a divulgação aconteceu nesta quinta-feira (19).
O diretor-presidente da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário, Ailton Stropa Garcia, informou que as apreensões de drogas e celulares dentro dos presídios do Estado são constantes.
"O trabalho de vistoria no entorno do presídio necessita ser rotineiro e sistemático, devido à urbanização da área, o que ocasiona um fluxo muito grande de pessoas nas proximidades do complexo penitenciário do Jardim Noroeste", disse Garcia, via assessoria de imprensa.
Segundo o diretor-presidente, os agentes estão preparados para interceptar os ilícitos. “Esse grande número de materiais apreendidos demonstra que nossos servidores estão atentos e empenhados em dificultar, ou mesmo impedir, que presos tenham acesso a ilícitos”, defendeu.