Sem avanço. É como parece caminhar o serviço de tapa-buracos em Campo Grande. No mês de outubro – quando a prefeitura firmou parceria com a concessionária Águas Guariroba –, começou a força-tarefa para acabar com os inúmeros buracos nas ruas da cidade. Mas, ao que parece, o serviço não tem dado muito certo. Tanto nas avenidas movimentadas quanto nas vias com baixo fluxo de veículos, a cena se repete: aberturas de todos os tamanhos no asfalto. E, em alguns locais, a própria população precisa improvisar uma solução, já que o trabalho por meio do Poder Público não chega.
Ontem, conforme informações da própria prefeitura, eram 23 ruas, nas sete regiões da Capital, passando por tapa-buracos. Há um mês, no dia 11 de novembro, a prefeitura retomou contratos com sete empresas que prestam esse serviço, e a parceria com a Águas finalizou. Na data, foi lançado o Plano de Recuperação das Ruas de Campo Grande, que avança a passos lentos.
As vias onde o tapa-buracos era feito ontem são: ruas Tenente Tenesse e das Balsas, e avenidas Mascarenhas de Moraes e Castelo Branco, na região do Segredo; Avenida Florestal e Rua Terlita Garcia, no Imbirussu; Avenida Conde de Boa Vista e ruas Pará, Manoel Joaquim de Moraes, Lapa e Guararapes, na região do Lagoa; ruas Brigadeiro Tobias e José Paes de Farias, no Anhanduizinho; Avenida Oceania e Rua Pontalina, no Bandeira; ruas Marquês de Herval e Pedro Martins, na região do Prosa, e a área mais contemplada, o centro, nas ruas 13 de Junho, Barão do Rio Branco, das Garças, Ernesto Geisel, Marechal Rondon e Castelo Branco.
*A reportagem, de Lucia Morel, está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.