Campo Grande atravessa uma nova epidemia de dengue. São pelo menos mil casos notificados por semana, conforme os dados mais recentes da Secretaria Municipal de Saúde e, e apesar das ações criadas para combater a doença, as muitas obras inacabadas, sejam elas do município ou do governo estadual, contribuem contribuem para a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
A periferia volta a ser destaque por conter a maior quantidade de obras paradas, como na Vila Nasser. O prédio em construção de 2012, se tornaria um novo Centro de Educação Infantil (Ceinf).
Orçado em R$ 2.164.936,03, desde o ano passado a prefeitura paralisou os trabalhos no local.
Os moradores começaram a jogar lixo no terreno, e se transformou em um criadouro dos mosquitos. São garrafas, vasilhas e recipientes que acumulam água com facilidade, e que estão espalhados pelo prédio.
*Leia reportagem, de Anny Malagolini, na edição desta quinta-feira (24) do jornal Correio do Estado.