Diante da situação epidemiológica que Campo Grande enfrenta com a dengue e aumento nas estatísticas de casos de febre chikungunya e zika, cujas doenças têm em comum o mesmo transmissor: o mosquito aedes aegypti, moradores conscientes com o perigo têm se revoltado com descaso na limpeza de alguns imóveis.
Nesta quinta-feira (30), o Portal Correio do Estado recebeu denúncia de um pintor, de 34 anos, morador nas imediações da Rua Iemanjá, no Jardim das Hortências. Vídeo gravado pelo leitor mostra terreno, no cruzamento com a Rua Caládio, com acúmulo de água, que pode ser ou se tornar foco para proliferação do mosquito, muita sujeira e aparelhos eletrodomésticos dispensados ao ar livre.
“Há muito mau cheiro, máquinas velhas estão com água parada, garrafas estão jogadas no quintal e o mato está alto. Um verdadeiro lixo. Agora com essas doenças que estão aparecendo como fica a nossa segurança com a saúde”, reclamou o pintor que preferiu não ter o nome divulgado.
Veja o flagrante:
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