Devido a falta de vagas nos Centros de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Universitário (HU) de Campo Grande, a bebê Maria Rita de Souza Ferreira, de um ano e quatro meses, foi transferida para a enfermaria da unidade, ela espera há 26 dias por uma vaga na CTI. Ela chegou a ficar 23 dias no local, mas agora seu estado se agravou.
De acordo com a mãe da criança, a professora, Márcia de Souza Viana, a filha foi diagnosticada com insuficiência renal crônica. Porém, apenas no HU há o especialista adequado para dizer como a criança deve prosseguir o tratamento. “Ela chegou a ficar com apenas 1% do rim funcionando”, relembra.
Residente no Assentamento Santa Guilhermina, no município de Maracaju, distante 158 quilômetros da Capital, a família descobriu o problema da crianças por acaso. Foram até a unidade de saúde do município de Nioaque, mais próximo de onde vivem, para levar a menina para tratar de uma hérnia e acabaram descobrindo os problemas renais.
Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria do Estado de Saúde (SES) afirmou que, até então, a menina não havia sido transferida por falta de vagas no HU.