A gerência da Secretaria de Estado de Educação reuniu servidores nesta segunda-feira (1º) para tentar conscientizar sobre a necessidade de ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a chikungunya, vírus zika e dengue.
Para tentar engajar as pessoas, a SED criou a campanha "Vamos apagar o mosquito". O secretário-adjunto, Josimário Derbli, classificou a situação de grave. "Acabamos ficando alheios quando não somos atingidos por uma das doenças que este mosquito pode causar, mas o momento é grave e é necessário que realizemos ações firmes", afirmou.
A intenção é que a vistoria nas dependências da secretaria e nas escolas estaduais seja constante e não só feita por agentes de saúde.
"O mosquito já está 100% urbanizado e praticamente mora com a gente, pois 95% das fêmeas vivem dentro de casa, preferencialmente na sala, cozinha e quartos, e se aproveitam daquele momento em que estamos parados, com alguma parte do corpo exposta”, explicou o coordenador estadual de Controle de Vetores, Mauro Lucio Rosário, sobre o momento que o Aedes pica as pessoas.
"Precisamos ser vigilantes e cuidar de nossos quintais e da redondeza. Temos que ter cuidado com nossos familiares e vizinhos", alertou a superintendente estadual de Vigilância em Saúde, Angela Lopes.