A superlotação em unidades de pronto atendimento em saúde de Campo Grande seria fruto da transferência de pacientes do interior do Estado, segundo o secretário municipal de Saúde, Ivandro Fonseca.
O secretário negou nesta terça-feira (2) que hospitais de campanha estejam sendo subaproveitados e garantiu que a estrutura no atendimento é devidamente utilizada na Capital. No entanto, reclamou que vários ônibus do interior de Mato Grosso do Sul chegam com pacientes em busca de tratamento médico.
Ivandro explicou que foram realizadas 1,654 milhão de consultas e mais de 2,203 milhões de procedimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Aos expor os números, ele garantiu que não há problema com relação aos protocolos clínicos e que o índice de mortalidade em decorrência da dengue caiu significativamente no município.
“Agora pouco recebemos denúncia de que sete ônibus do interior estão parados em uma região na cidade com pacientes buscando atendimento na Capital. A mesma responsabilidade que Campo Grande tem com seus pacientes o interior deve ter. Pedimos ajuda do Governo do Estado para nos auxiliar e tomar providências para impedir que os pacientes do interior migrem porque não há saúde pública que funcione desse jeito”, reclamou.