A Polícia Civil do Paraná trabalha com as seguintes hipóteses para a queda do avião Pelican 500 BR, na manhã da última sexta-feira, na cidade de Jaguapitã: mau tempo e dano estrutural, ou até mesmo, a junção de ambas. Na aeronave estavam o engenheiro civil Paulo César de Oliveira e a advogada Jane Resina Fernandes de Oliveira, ambos moradores de Campo Grande. Eles morreram no momento da queda.
“Já concluímos o levantamento do local do acidente, e agora acredito que iremos concluir a investigação em até 30 dias”, disse ontem o delegado de polícia de Jaguapitã, Maurício de Oliveira Camargo.
O desprendimento da cauda do avião pode ter provocado a perda de sustentação do aparelho. Trabalhadores rurais da cidade paranaense, que testemunharam o acidente, relataram ter ouvido um barulho forte dentro de uma nuvem, e na sequência ouviram outro barulho, o da queda do avião.
O cenário do acidente pode comprovar esta teoria. O leme da aeronave estava a quase um quilômetro de distância do restante dos destroços.
Por tratar-se de um “ultraleve avançado”, a investigação do acidente não é conduzida pela Força Aérea Brasileira, e sim pela Polícia Civil.