Mesmo com cenário desfavorável — a crise econômica, que reduziu o poder de compra do consumidor; e a própria data, que “caiu” no fim do mês, fora do calendário de pagamento do funcionalismo público e a maioria das empresas privadas —, peixarias campo-grandenses esperam aumentar em até 40% o movimento de vendas para a Semana Santa, considerada a melhor época do ano para a comercialização de pescado pelo setor.
Na Semana Santa, o movimento de vendas é o equivalente a um mês normal inteiro nosso”, compara Heriberto Abrão Sayd, proprietário da Peixaria do Beto, com duas unidades na Capital, situadas nas Moreninhas e Jardim TV Morena. Segundo o comerciante, 2015 foi um ano muito bom em venda e preços, devido à carne bovina, que subiu para o consumidor. Nesse ano ele avalia que está havendo procura do pescado durante a Quaresma, mas o comportamento do consumidor está diferente dos outros anos. “O pessoal está procurando o produto para consumo diário, poucos estão levando para guardar, e pesquisando preços”, comparou.
Os peixes mais procurados no estabelecimento são o pacu e o pintado. Os preços variam dependendo do corte e da procedência (de rio ou cultivado). O pintado inteiro limpo custa R$ 14,99 o quilo e o de rio, R$ 25,00. No caso do pacu, o pescado inteiro, descamado e sem barriga sai a partir de R$ 13,00 o quilo.
*A reportagem completa está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.