A Agência Estadual de Administração Penitenciária (Agepen) justificou a morte do detento Douglas Farias do Carmo, de 35 anos, nesta sexta-feira (1º), no Estabelecimento de Segurança Máxima de Campo Grande, localizado na Rua Indianópolis, no Jardim Noroeste, alegando que a escolta da Polícia Militar (necessária para transferir o preso para um hospital) não chegou a tempo.
"Na maioria das vezes, a escolta chega a tempo de levar o preso ao hospital. No entanto, em alguns casos mais graves, o preso acaba vindo a óbito antes da chegada da escolta", consta em nota oficial assinada pelo diretor Ailston Stropa.
Este é o segundo caso de óbito dentro do presídio em menos de 24h.
Em relação ao primeiro caso, do interno Sidnei Baptista Borges, a Agepen informa que " todas as providências por parte da Agepen que poderiam ser tomadas com relação ao interno Sidnei Baptista Borges foram realizadas, conforme comprova ficha médica. O interno era soropositivo e possuía histórico de outras doenças graves, e vinha recebendo acompanhamento médico necessário no presídio".