A defesa do ex-prefeito Nelson Trad Filho em ação judicial que resultou no bloqueio judicial de bens de R$ 315,8 milhões, alega, conforme a denúncia do Ministério Público Estadual que resultou ação de improbidade administrativa contra ele e mais 18 pessoas físicas de duas empreiteiras, que os maiores danos ao patrimônio público durante a Operação Tapa-Buraco, ocorreram quando ele já não era mais prefeito.
As planilhas da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha), que apontam as medições do serviço executado pela Selco, empresa que também é ré no processo, indicam, por exemplo, que em fevereiro de 2013, já na administração de Alcides Bernal, a prefeitura de Campo Grande repassou R$ 1,2 milhão à empreiteira, que executou reformas em 46,6 mil metros quadrados de asfalto no contrato 059, cujo valor unitário da tonelada de Composto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ) foi estabelecido em R$ 204,26. Nesta intervenção, foi utilizada, pelo menos nos papéis, grande quantidade de asfalto: 3,5 mil toneladas do composto.
(*) A reportagem completa esta na edição de hoje do jornal Correio do Estado.