Centenas de servidores estaduais estão reunidos na manhã deste sábado (9) na frente do prédio do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública em assembleia geral.
A reunião é promovida pelo Fórum dos Servidores Estaduais, que congrega dezenas de sindicatos, e deve deliberar sobre a proposta feita pelo governo do Estado sobre o pagamento de abono salarial ao invés de reajuste. Caso seja negado essa negociação, pode haver votação de indicativo de greve.
Devido ao número de pessoas, o trânsito na rua Sete de Setembro, esquina com a Rui Barbosa, no Centro de Campo Grande, está impedido.
Ao longo da negociação salarial com o Estado, durante o Fórum Dialoga, a proposta apresentada aos servidores foi pagamento de abono de R$ 200. As categorias pedem, no geral, reajuste de 16,14%, mas há também demandas particulares para cada categoria.
Para garantir benefícios com o governo federal relativo ao pagamento da dívida de Mato Grosso do Sul, o governo do Estado precisa cortar custos com pessoal. "Nós já estamos praticamente no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal e se a gente ultrapassar isso têm inúmeras sanções, não ao Governador, mas ao Estado de Mato Grosso do Sul", justificou Reinaldo Azambuja (PSDB), durante agenda pública em 1º de abril.