Juliano da Silva, de 31 anos, acusado de ter matado o policial militar Paulo Henrique Fagundes dos Reis Bazílio, no domingo (10), se entregou na manhã desta terça-feira (12), na Delegacia de Polícia Civil de Rosana, e assumiu a autoria do assassinato.
Conforme o delegado Adilson de Carvalho, o acusado estava acompanhado do advogado no momento em que compareceu à unidade policial e alegou que estava escondido na zona rural do município.
O autor ainda afirmou à polícia que jogou a arma do crime, um revólver de calibre 38, no rio. Ele relatou que deu dois tiros para trás enquanto corria, por medo da abordagem e que só ficou sabendo depois que o disparo tinha atingido o policial, segundo o G1.
A Justiça já havia decretado a prisão temporária de Juliano da Silva na tarde desta segunda-feira (11). O pedreiro será encaminhado para a Cadeia de Presidente Venceslau. Segundo a PM, Juliano estava em benefício do regime aberto e havia sido colocado em liberdade do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Pacaembu, no dia 23 de março de 2015.
O homem já respondia por homicídio e tinha condenação total de 22 anos, dois meses e 21 dias, com término previsto para 1º de maio de 2029.
O CRIME
O soldado da PM Paulo Henrique Fagundes dos Reis Bazílio foi morto a tiros na manhã deste domingo (10), em Rosana. Segundo a Polícia Civil, o disparo atingiu a cabeça do policial e aconteceu durante abordagem.
Conforme a polícia, a vítima estava acompanhada de outro militar no momento do crime. Ambos abordaram dois indivíduos que estavam próximos a uma motocicleta e, durante o procedimento, um deles sacou uma arma e atirou na direção da vítima. O policial foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.