Prédio novo, problemas antigos. Inaugurada na segunda-feira da semana passada, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Leblon, em sua primeira semana de funcionamento, apresenta estrutura física muito melhor que a de um posto 24 horas normal, mas continua registrando muita demora nos atendimentos e poucos médicos para atender a população.
Segundo a prefeitura, funcionários e mesmo pacientes, a estrutura do local é muito melhor e maior que a do antigo Centro Regional de Saúde (CRS) do bairro Guanandi, que foi desativado e deu lugar à UPA. No entanto, a superlotação continua e a espera por uma consulta passa de três horas para os casos considerados menos graves.
Foi o caso do office boy Mário Henrique Pinheiro Pereira, 40 anos, que faltou ao trabalho ontem porque estava com febre, diarreia e vômito. Ele e a esposa chegaram ao local às 7 horas, mas até as 10 horas, momento em que a reportagem foi até lá, ele não havia sido atendido.
(*) A reportagem, de Lúcia Morel, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.