Os moradores de Campo Grande tiveram de desembolsar R$ 1.208,67 para comprar uma cesta básica familiar em março deste ano. Esse valor representa aumento de R$ 26,55 em comparação ao mês anterior e faz parte do resultado de pesquisa divulgada hoje pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Para comprar a cesta básica, os campo-grandenses tiveram de trabalhar 100 horas e 43 minutos em abril, 2 horas e 12 minutos a mais que o necessário para comprar os mesmos produtos em março.
Conforme o estudo, aumento maior foi o do preço da batata: 16,36%. Banana e manteiga ficaram 8,37% e 7,28% mais caras, respectivamente. Alta registrada também em outros seis produtos que compõem a cesta: feijão (4,73%), leite (2,33%), arroz (1,57%), carne (1,03%) e pão francês com (0,74%).
Cinco itens ficaram um pouco mais baratos: tomate (-9,05%), café (-2,51%), óleo (-1,13%), açúcar (-0,41%) e farinha de trigo (-0,25%).
Campo Grande tem a 8ª cesta básica mais cara entre as 27 capitais pesquisadas pelo departamento.