As mortes por Influenza no Estado subiram 28% em uma semana e os casos concentram-se na transmissão do tipo H1N1, que matou 31 pessoas entre o começo do ano até hoje. Apenas uma pessoa faleceu por Influenza B. As informações constam em boletim divulgado nesta tarde pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).
São, agora, 14 cidades que tiveram situações mais graves da doença. Com esse aumento, Mato Grosso do Sul tem o pior ano com registro de mortes desde 2009. Dois anos atrás, o Estado registrou 29 falecimentos, a pior estatística nesse período avaliado pela SES.
Os municípios em alerta com o vírus são Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Caarapó, Corumbá, Coxim, Douradina, Jardim, Juti, Ivinhema, Maracaju, Naviraí, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas.
Os dados da SES também informaram que 52% dos casos registrados tiveram tratamento tardio, o que pode complicar a condição do paciente.
Há 422 exames positivos para Influenza, sendo que 403 são de H1N1, oito para H3N2 e 11 para Influenza B. Campo Grande concentra a maioria das pessoas contaminadas (100 pacientes), seguido de Naviraí (45), Sonora (31), Dourados (26), Aquidauana (23) e Sidrolândia (21). São 30 cidades, de um total de 79, que registraram algum tipo do vírus da doença neste ano.
BALANÇO
Dados de 1º de junho
Óbitos por H1N1 - 31
Óbitos por Influenza B - 1
Casos positivos - 422 pessoas (403 com H1N1, 8 com H3N2, 11 Influenza B)
Dados de 25 de maio
Óbitos por H1N1 - 24
Óbitos por Influenza B - 1
Casos positivos - 367 pessoas (348 com H1N1, 8 com H3N2, 11 Influenza B)