A denúncia de rombo de R$ 109.777.347,00 nos cofres do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) já deixa servidores públicos apreensivos com relação ao futuro de pensionistas e aposentados.
Os sindicatos garantem que ainda não foram constatados problemas quanto ao pagamento e uso de benefícios por meio do Regime Próprio de Previdência Social do Município de Campo Grande (Previ-Camp) e o Serviço de Assistência à Saúde do Servidor (Servimed), ambos geridos pelo instituto. Entretanto, atrasos e falta de reajuste estão entre os riscos apresentados pela situação.
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi/MS), Jânio Batista de Macedo, a drástica redução do fundo destinado para previdência pode acarretar na falta de suporte para os que estão prestes a se aposentar, além de prejudicar os índices de reajuste futuros. “Corre o risco de não haver suporte para abarcar esses pagamentos”, explica.
(*) A reportagem, de Tainá Jara, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.