A Prefeitura de Campo Grande tem dois meses para equipar e regularizar a escala de plantão médica do Centro Regional de Saúde (CRS) da Coophavila II. A ação foi proposta pelo Ministério Público Estadual (MPE) que denunciou uma série de irregularidades na unidade de saúde.
De acordo com a decisão do Juiz de Direito em substituição legal Marcelo Ivo de Oliveira, da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, do Ministério Público Estadual (MPE), a Prefeitura tem prazo de 60 dias para que efetue a aquisição para o CRS da Coophavila II de todos os equipamentos que estão em falta, nas quantidades necessárias, que regularize a escala de profissionais médicos clínicos gerais e pediatras em todos os dias da semana e em todos os turnos de atendimentos e que regularize as questões sanitárias apontadas no Relatório Situacional dos serviços municipais.
Em descumprimento das medidas antecipatórias, o município terá que pagar multa diária de cinco mil reais. Em março deste ano o MPE havia dado prazo de 30 dias para que o prefeito Alcides Bernal (PP) regularizasse a situação do CRS onde foram constatadas mais de 20 irregularidades pelo órgão.
Na ocasião, a lista incluía mau estado de conservação, estrutura física comprometida por infiltrações, rachaduras e deficiência na limpeza dos ambientes, as quais prejudicam o atendimento à população.