Relatórios do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) de 2013 e 2014 apontam evidências de que a prefeitura se apropriou de dinheiro que deveria ter sido destinado ao pagamento de pensões e aposentadorias.
Parte dos valores depositados no fundo conta com deposito abaixo da média no que se refere a contribuição patronal, apesar do aumento crescente da contribuição dos servidores, nestes anos.
Desde o mês passado, o prefeito Alcides Bernal (PP) e o prefeito afastado Gilmar Olarte (PP) são questionados a respeito do rombo de R$ 109.777.347,00, verificado nos cofres do IMPCG, entre os anos de 2012 e 2016.
O problema foi levantado pelo deputado estadual e pré-candidato a prefeitura da Capital, Coronel David (PSC), em sessão da Assembleia Legislativa de MS.
*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.