A duplicação da Avenida Euler de Azevedo/MS-080, em Campo Grande, completa mais de seis meses envolvida em trâmites burocráticos e continua sem prazo para sair do papel.
Atraso em análise da licitação, impasses com liberação de documentação por parte da prefeitura e agora a liberação da licença ambiental pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) estão entre os problemas que têm prolongado o período para início da execução do projeto.
Os extratos de contrato com as duas empresas que farão a obra foram divulgados em fevereiro, quando se pensava que a intervenção começaria rapidamente.
Se antes era a Prefeitura de Campo Grande que travava o avanço no processo de duplicação da avenida, agora é o próprio governo do Estado que não deixa a obra andar.
Isso porque análise de licença ambiental não tem prazo para ser finalizada e está parada no Imasul desde abril, quando o governo recebeu da administração municipal a Guia de Diretrizes Urbanísticas (GDU), que define as exigências ambientais e de uso do solo para a obra.
*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.