Grávida de 2 meses, Thamara Arguelho Assis, 21 anos, teria justificado que matou Victória Correia Mendonça, 18 anos, a tiros, porque a vítima havia chamado seu filho de “demônio” e também por ter se envolvido com seu ex-marido, de 28 anos, atualmente detento do regime semi-aberto, na Casa do Albergado.
Conforme apurou a reportagem do Portal Correio do Estado, mototaxista foi chamado por volta de 0h30 do dia 19 de julho para fazer uma corrida da Rua Luiz Bento, na Vila Popular, até o Bairro Ana Maria do Couto. Quando chegou no local, viu duas mulheres conversando e imaginou que fossem amigas.
Thamara foi até a casa de Victória, que assistia TV na sala, e a chamou para conversar. Quando mototaxista chegou, a grávida pediu que ele esperasse e, como estava cansado, posicionou a cabeça sobre o guidão da moto, ocasião em que ouviu quatro tiros.
Em seguida, Thamara correu em direção ao homem, arrumou algo que estava na cintura e pediu que ele a levasse em direção ao Bairro Portal Caiobá. No caminho, o mototaxista desconfiou que havia algo errado, se apavorou e perguntou o que ela tinha feito.
Thamara então disse que havia matado a “vagabunda”. O trabalhador rebateu questionando o motivo e a jovem respondeu que era porque ela havia chamado seu filho de demônio e também por ter se envolvido com seu ex-marido.
Ainda conforme apuração da reportagem, mãe e avó de Thamara confirmaram à polícia que ela estaria grávida de dois meses.