Além de prejudicar a população que espera há décadas a conclusão do Hospital do Trauma, a demora também vem dando prejuízos financeiros para os cofres públicos.
Na parte destinada à Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), que administra a Santa Casa, estão sendo aplicados R$ 890 mil para readequar o projeto ou refazer os serviços.
Entre os trabalhos que estão sendo refeitos está a readequação da medida das portas dos leitos, que antes mediam 1 metro e o novo projeto exige que seja de 1,35 metro.
Todo o forro do empreendimento teve que ser retirado para trocar a tubulação dos gases medicinais, que percorre toda a estrutura do prédio, além de correções na parte elétrica.
Este retrabalho aumentou ainda mais o orçamento do projeto, que vem consumindo dinheiro público a pelo menos 25 anos.
*Leia reportagem, de Gildo Tavares, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.