Problema recorrente de superlotação nos serviços de pronto atendimento e pronto socorro dos três maiores hospitais de Campo Grande, Santa Casa, Hospital Regional (HRMS) e Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap), resulta em outro grave transtorno no funcionamento das ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Com a quantidade de atendimentos acima da capacidade, os hospitais acabam retendo macas de ambulâncias, nas quais os pacientes são levados pelo Samu.
A situação impede que os veículos continuem operando e só podem voltar a atender após liberação das macas pelo hospital.
Enquanto o Samu alega que o problema é mais grave no Pronto Atendimento Médico (PAM) do HRMS, onde as macas chegam a ficar dias nos corredores, o médico e diretor do local, Justiniano Vavas, confirma a retenção e nega que o problema dure dias.
*Leia reportagem, de Natália Yahn, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.