Com apenas onze ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) disponíveis e Campo Grande, o Conselho Municipal de Saúde vai investigar o “sumiço” de pelos menos nove veículos e também o fato de não haver unidades reservas para atendimento da população.
“Até dias atrás fiscalizamos e eram 20 ambulâncias e agora são onze? Onde estão as outras? Quando uma estraga precisa ter reserva, e até onde sabemos não tem”, questiona o presidente do conselho, Sebastião Arinos Júnior. A reportagem do Correio do Estado flagrou uma viatura do Samu parada em oficina mecânica na Vila Progresso, ela seria uma das onze que a prefeitura garante manter nas ruas em funcionamento.
O problema veio a tona no domingo (25) após a morte de Libertino Luiz de Moura, de 85 anos, vítima de ataque cardíaco. Ele esperou sete horas para ser transferido do Centro Regional de Saúde (CRS) do Aero Rancho para o Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap).
(*) A reportagem, de Natália Yahn, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.