Os valores usados para compras de joias pelo ex-governador Sérgio Cabral e a ex-primeira-dama, Adriana Ancelmo, nos últimos anos gira em torno de R$ 6,5 milhões, segundo procuradores do Rio de Janeiro. A suspeita é de que as aquisições milionárias fossem uma maneira de lavar dinheiro.
Segundo a denúncia do MPF, que firmou acordo de leniência com a Andrade Gutierrez, só da construtora, o grupo liderado por Sérgio Cabral recebeu R$ 12 milhões em propinas por obras públicas.