A atual administração da Prefeitura de Campo Grande empurra para o próximo prefeito a regulamentação da Hospital da Mulher, Vó Honória Martins Pereira, que fica na Moreninha III, que teve seu centro cirúrgico interditado no dia 1 de dezembro pela Vigilância Sanitária de Mato Grosso do Sul, por falta de higiene. O secretário Municipal de Saúde, Ivandro Correa Fonseca, emitiu uma resolução em que prevê prazo de 30 dias para que as medidas necessárias sejam adotadas.
Na resolução a Sesau justifica que a regularização dos problemas apontados pela vigilância não podem ser adotadas imediatamente, devido a ao volume de verba que deve ser disponibilizada, assim como procedimentos administrativos, como licitação. Com esta medida o município deixa claro que o problema não será resolvido neste ano e que o próximo prefeito terá a responsabilidade de colocar o hospital à disposição da população das Moreninhas novamente.
Os contratos dos prestadores de serviços, em que as atividades tenham se tornado temporariamente desnecessárias por causa da interdição, serão suspensos pelo período de 60 dias, que podem ser prorrogados por mais 60. Já os contratos em que a execução foram suspensas, poderão ter a vigência prorrogada pelo mesmo período equivalente ao da suspensão.
Caberá às Comissões de Fiscalização de contrato providenciar a expedição de “ordem de suspensão de execução de serviços”, que contará com a assinatura da comissão de fiscalização e da Sesau.
O hospital teve o centro cirúrgico interditado por apresentar graves problemas sanitários com risco para a saúde das mulheres e dos bebês.