Bruna Eduarda da Silva, de 26 anos, chegou há pouco na 1ª Delegacia de Polícia Civil, acompanhada de Christian Queiroz, proprietário da boate Non Stop Club, para prestar depoimento sobre o homicídio ocorrido no sábado, 31 de dezembro, na Avenida Ernesto Geisel, em Campo Grande, onde o policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, de 47 anos, matou a tiros o empresário Adriano Correia, de 33.
Em conversa rápida com a imprensa, antes de ser ouvida pela delegada responsável pelo caso, Daniela Kades, testemunha contou que trabalhou por dois anos no Madalena Sushi Express e no Sushi Express, estabelecimentos de propriedade de Adriano. Ela informou ainda ter sido a primeira pessoa a ver a caminhonete dele batida no poste.
"Naquele dia eu vi o Adriano duas vezes, na entrada e na saída da boate. Ele chegou com aquele jeito espontâneo", relatou a ex-funcionária que trabalhava no caixa da casa noturna, onde o empresário estava acompanhado de outras duas pessoas.
Pouco depois do ocorrido, Bruna saiu da boate para levar o irmão em determinado lugar, quando viu o carro do empresário parcialmente destruído. "Então eu liguei para um amigo que trabalhou comigo para confirmar se a placa da caminhonete era do Adriano, e ele confirmou", pontuou.
Diante da situação, Bruna relata que a única reação foi observar. "Não tive reação. Só olhar!".