O serviço de tapa-buracos em Campo Grande, que ainda nem chegou a todas as regiões da cidade, já corre risco de parar e tem apenas mais 15 dias para ser realizado. Isso porque os contratos com Pavitec, Selco e Walla passaram por sucessivos aditivos e estão vigentes desde 2012, o que impede novos aditamentos. Além disso, há uma quantidade limite de metros quadrados a serem tampados, saldo esse que está prestes a ser alcançado. Nova licitação está prevista para o próximo mês.
O secretário adjunto de obras, Ariel Serra, explicou que, mais que as inúmeras prorrogações dos contratos, o maior problema agora é a quantidade de buracos acumulados, que obrigam uso de maior quantidade de lama asfáltica. Os trabalhos são medidos por metro quadrado e cada contrato tem área máxima a ser tapada que não pode ser ultrapassada.
“Não posso dizer com certeza o limite do metro quadrado de cada uma, mas acredito que dentro das próximas duas semanas esse limite já será atingido e os contratos não terão mais condição legal de continuarem”, afirmou.
(*) A reportagem completa está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.